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Desporto

Mundial de Vela trocou lixo pelo apoio de 1000 euros a crianças

Beatriz Cavaca

Publicado há

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Cerca de 14 toneladas de resíduos, foram recolhidos durante o Campeonato do Mundo de Vela, na classe 420, que decorreu em Vilamoura, em julho deste ano.

O lixo recolhido durante os 9 dias do evento, foi depois de pesado e avaliado, e deu origem a uma verba de mil euros, que a organização da competição entregou ao Centro de Apoio à Criança de Quarteira.

Foi a primeira vez que um campeonato de vela obteve a distinção de “Eco-Evento” atribuído pela Algar e que se traduziu na produção de 250 sacos em tecido reciclado, proveniente de telas, lonas, outdoors e mupis, que funcionaram como eco-pontos e que foram colocados nas embarcações dos treinadores.

Nestes eco-pontos, todos os velejadores da prova depositaram, diariamente, não só o lixo que iam produzindo mas também o lixo que recolheram do mar.

A coordenação logística do programa durante o Campeonato do Mundo de 420 esteve a cargo da Inframoura e envolveu os serviços da Marina de Vilamoura, local onde diariamente a Algar recolheu os contentores com os resíduos.

Nesta prova, as garrafas de plástico foram também substituídas por garrafas de alumínio e os prémios atribuídos foram todos produzidos em cortiça proveniente de sobreiros desta região.

Estão agora a decorrer os Estágios de Inverno de Vela e irão passar até ao próximo mês de abril,  por Vilamoura centenas de velejadores e as melhores equipas do mundo de vela, entre elas muitos atletas jovens e por isso virar a prática deste desporto para a responsabilidade ambiental faz todo o sentido.

[Imagem: Pexels]

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