Connect with us

A Tua Revista

Empresas aceleram no Reactor

Avatar

Publicado há

em

Está localizado em Matosinhos o mais recente hub tecnológico destinado a fazer crescer as startups portuguesas. O Reactor nasce do esforço conjunto de três entidades e oferece, para além de um espaço de trabalho, serviços de consultoria, formação, aceleração e investimento. Quatro empresas já lá trabalham, e todas as restantes que as quiserem acompanhar já podem fazer a sua candidatura.

Reactor: um novo hub de inovação
O Reactor é um hub de inovação vocacionado para apoiar as empresas em processos de inovação e transformação digital dos seus negócios, e também para apoiar a criação de novas startups e o seu crescimento global.
João Meneses é Project Management Office do Reactor, e explicou-nos que este novo espaço “quer ajudar as empresas a inovar e a crescer, e para isso tem como objetivo principal munir essas mesmas empresas e startups das ferramentas necessárias para serem competitivas e disruptivas no contexto global”.

Na génese do Reactor estão três parceiros – a Porto Business School, a Bright Pixel e a Lionesa –, sendo que cada um contribuiu com diversos recursos e pessoas para formar a equipa que está agora a assegurar a fase de arranque do projeto, e que é composta por quatro pessoas que desempenham funções de project management, community engagement, design e comunicação.

Consultoria, formação, aceleração e investimento
Por um lado, o Reactor presta serviços de consultoria às empresas, no domínio da inovação e da transformação digital, que incluem a transição para a indústria 4.0. Para isso, este hub conta com a experiência e o know-how da Porto Business School, que atua no domínio da consultoria organizacional e de gestão há muitos anos, e com outros parceiros de elevada competência no domínio da inovação e do digital, como a Bright Pixel, a Beta-i e a Chain Reaction.
Por outro lado, de acordo com João Meneses, as startups em aceleração no Reactor “beneficiam não apenas de um espaço e de uma atmosfera de trabalho 24/7, mas também da possibilidade de serem financiadas, apoiadas por uma ampla rede de mentores e consultores especialistas, e de beneficiarem da longa experiência da Porto Business School nas diversas áreas da formação de gestão”.

Que startups podem trabalhar no Reactor?
As startups interessadas em acelerar no Reactor devem concorrer através do site ou diretamente para o endereço de e-mail reactor@pbs.up.pt. Existem vários critérios de seleção, incluindo uma avaliação do grau de alinhamento das startups com as áreas e setores estratégicos para o Reactor, que são, segundo João Meneses, “o retalho, o turismo, a saúde, a educação, a mobilidade, a experiência do consumidor e a revolução 4.0, ou seja, Big Data, Inteligência Artificial e Internet of Things”.

Neste momento são já quatro as empresas a trabalhar no Reactor e, sendo este um espaço relativamente pequeno, as salas e postos de trabalho que ainda estão disponíveis “serão objeto de um startup battlefield, que será anunciado em breve”, nas palavras de João Meneses. Dito de outro modo, a lotação do espaço deverá ser feita num único momento, e para um período de seis a doze meses.

Os parceiros e as mais-valias
Como já mencionámos anteriormente, são três os parceiros que estão na origem do Reactor – a Porto Business School, a Bright Pixel e a Lionesa. E se no caso do primeiro, a principal mais-valia está na experiência no domínio da consultoria organizacional e de gestão, a Bright Pixel gere um fundo de investimento significativo e possui elevada competência no domínio tecnológico-digital. Já na Lionesa podes encontrar diariamente um ecossistema contagiante de inovação e empreendedorismo.

Contudo, o Reactor nasceu com o apoio de outros parceiros, igualmente capazes de acrescentar valor. A Beta-i é um dos principais atores em Portugal no domínio da inovação aberta e do empreendedorismo, e a Chain Reaction tem também uma ampla experiência no domínio da inovação e do digital.
Finalmente, o Reactor tem ainda parcerias institucionais com a Câmara Municipal do Porto, com a Câmara Municipal de Matosinhos e com a NOS.
Tendo em conta o pouco tempo de existência deste hub, é muito provável que, ao longo dos próximos meses, mais parceiros se associem ao projeto, e com isso mais poderão beneficiar as empresas que aqui trabalharem.

[Reportagem: Tiago Belim]
[Fotos: Reactor]

Publicidade
Clica para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

PGRpdiBjbGFzcz0iZXB5dC12aWRlby13cmFwcGVyIj48aWZyYW1lICBzdHlsZT0iZGlzcGxheTogYmxvY2s7IG1hcmdpbjogMHB4IGF1dG87IiAgaWQ9Il95dGlkXzcxODExIiAgd2lkdGg9IjQ5MCIgaGVpZ2h0PSIyNzYiICBkYXRhLW9yaWd3aWR0aD0iNDkwIiBkYXRhLW9yaWdoZWlnaHQ9IjI3NiIgIGRhdGEtcmVsc3RvcD0iMSIgc3JjPSJodHRwczovL3d3dy55b3V0dWJlLmNvbS9lbWJlZC9SZ0RXTGpXUjktaz9lbmFibGVqc2FwaT0xJmF1dG9wbGF5PTAmY2NfbG9hZF9wb2xpY3k9MSZyZWw9MCZpdl9sb2FkX3BvbGljeT0xJmxvb3A9MCZtb2Rlc3RicmFuZGluZz0xJmZzPTEmcGxheXNpbmxpbmU9MCZhdXRvaGlkZT0yJnRoZW1lPWRhcmsmY29sb3I9cmVkJmNvbnRyb2xzPTEmIiBjbGFzcz0iX195b3V0dWJlX3ByZWZzX18gIG5vLWxhenlsb2FkIiBkYXRhLXZvbD0iMTAiICBkYXRhLWVwYXV0b3BsYXk9IjEiICB0aXRsZT0iWW91VHViZSBwbGF5ZXIiICBhbGxvdz0iYXV0b3BsYXk7IGVuY3J5cHRlZC1tZWRpYSIgYWxsb3dmdWxsc2NyZWVuIGRhdGEtbm8tbGF6eT0iMSIgZGF0YS1za2lwZ2Zvcm1fYWpheF9mcmFtZWJqbGw9IiI+PC9pZnJhbWU+PC9kaXY+