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Lazer & Cultura

A evolução do punk em Portugal

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Paulo Lemos é aluno da Universidade de Coimbra e elaborou uma tese de mestrado que resulta agora em livro. “A Vida Suburbana” é o título, e fala da evolução do punk em Portugal.

Um livro sobre o punk, a partir de uma tese de mestrado em Estudos Artísticos. O autor é o aluno da Universidade de Coimbra Paulo Lemos, que neste livro aborda a sua ligação ao movimento – envolvido desde a adolescência em várias bandas deste género musical – e a evolução do punk em Portugal desde 1978 até 2005.

Com um número muito reduzido de bandas em Portugal na década de 70 – nas palavras do agora estudante de doutoramento – o punk começou a desenvolver “subgéneros” na década de 80 e, nos anos 90, registou o seu maior crescimento, quer em bandas quer em público.

Depois dos anos 1990, o movimento punk “abrandou”, segundo Paulo Lemos. Por um lado, devido à Internet e à globalização, que expuseram os jovens adolescentes “a muitas mais tribos urbanas”;  por outro, à evolução da própria “cena punk”, com várias divisões de públicos, de bandas, e de género.

Este aluno constata ainda no seu livro que alguns dos músicos que hoje tocam em bandas como Madredeus, Linda Martini ou PAUS, entre outras, “começaram a sua carreira e formação musical no punk. Embora depois se tenham afastado musicalmente, continuam com um espírito de intervenção”.

O livro é editado pela Associação Cultural Burra de Milho, e tem como caso de estudo a banda de punk Mata-Ratos, formada em 1982 e que “sempre esteve ligada ao movimento”.

[Fonte: Agência Lusa]

[Foto: Associação Cultural Burra de Milho]

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