EF afirma que o investimento na Educação ultrapassa o diploma
É — ao longo da vida — que o cosmos educativo molda pessoas, carreiras e sociedades, permitindo a acumulação de conhecimentos, experiências e competências, que viabilizam uma preparação eficaz —para enfrentar os desafios contemporâneos.
Aprender ao longo da vida: escolher educação com um propósito
Mais do que uma resposta a exigências externas, aprender ao longo da vida é hoje encarado como uma escolha consciente. Para muitos adultos, investir em educação não significa voltar atrás, mas avançar – explorar novos interesses, manter relevância profissional ou simplesmente compreender melhor o mundo à sua volta.
Além do impacto económico, aprender línguas e adquirir novas competências está associado ao desenvolvimento de capacidades como mente aberta, criatividade, empatia e capacidade de olhar para problemas a partir de diferentes perspetivas. Num contexto global marcado por incerteza e mudança acelerada, estas competências tornam-se tão relevantes quanto o conhecimento técnico.
Educação como experiência: mais do que um percurso académico
Cada fase da vida apresenta desafios diferentes e, por isso, a educação desempenha um papel distinto em cada uma delas.
Na adolescência, aprender é sinónimo de desenvolver o pensamento crítico, a autonomia e a independência — competências essenciais para compreender o mundo e tomar decisões informadas. Esta fase também é fundamental para construir as bases das competências linguísticas e comunicativas, que moldam a forma como os jovens interagem com ideias, culturas e perspetivas além do seu ambiente imediato.
No ensino superior, estas bases são ainda mais reforçadas e aplicadas. O foco muda para a aquisição de conhecimentos técnicos e especializados, muitas vezes em contextos académicos cada vez mais internacionais. A exposição a diferentes culturas e perspetivas globais contribui para um perfil mais completo, enquanto competências linguísticas avançadas se tornam essenciais para absorver totalmente o conteúdo académico e colaborar além-fronteiras. De acordo com estudos internacionais e nacionais, os candidatos com fortes competências linguísticas e experiência intercultural tendem a ter maior empregabilidade e acesso a oportunidades mais diversificadas, refletindo o valor crescente atribuído a estas competências nos processos de recrutamento atuais.
Multilinguismo e empregabilidade: um complemento com impacto económico
Na vida adulta, estudar assume muitas vezes a forma de complemento: atualizar competências, adquirir novas ferramentas ou responder a mudanças profissionais. Neste contexto, o multilinguismo destaca-se como uma das competências com maior impacto económico.
Alguns estudos indicam que: · o multilinguismo pode contribuir até 10% do PIB de um país (fonte);
· no Reino Unido, a falta de competências em línguas estrangeiras representa perdas estimadas de dezenas de milhares de milhões de euros por ano (fonte);
· ser bilingue pode traduzir-se num aumento salarial até 15%, segundo estimativas de agências de recrutamento especializadas (fonte);
· nos Estados Unidos, a procura por profissionais bilingues mais do que duplicou nos últimos cinco anos (fonte). De acordo com o EF English Proficiency Index (EF EPI), um nível mais elevado de proficiência em inglês está consistentemente associado a economias mais inovadoras e maior competitividade internacional. Estes dados sugerem que aprender línguas não é apenas uma vantagem individual, mas um fator estrutural de desenvolvimento económico.
“Aprender línguas ajuda não só a comunicar melhor, mas também a compreender mercados, pessoas e contextos culturais distintos, algo essencial num mundo cada vez mais interdependente”, afirma Constança Oliveira e Sousa, Country Manager da EF Education First em Portugal.





































