Os professores pedem a proibição da Inteligência Artificial (em Universidades e Politécnicos)
Defendendo a promoção da “humanização do Ensino Superior“, um conjunto de docentes assina um manifesto contra a utilização da Inteligência Artificial (IA) — em contextos pedagógicos —, uma vez que assumem o papel das “grandes vítimas do mundo digital“.
Mediante métodos de estudo — assentes em chatbots ou modelos de linguagem —, que facilitam o plágio, geram banalidades e reduzem a curiosidade intelectual, a preocupação — partilhada por Viriato Soromenho–Marques, Catedrático de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, ou por Elísio Estanque, Associado Jubilado da Universidade de Coimbra — alerta para a dificuldade acrescida de identificar práticas fraudulentas.
O resultado reside — assim — em níveis de ansiedade e “preguiça metacognitiva“ elevados, exigindo alternativas, que preservem o rigor e a compreensão real do conhecimento.




































