#6 livros para devorar no regresso à rotina
O contexto de transição, após um período longo de férias, exige a reorganização de horários e a procura [ativa] de momentos de desaceleração, onde o universo literário emerge como uma estratégia eficaz para o cultivo da capacidade de concentração, bem como para a manutenção do estímulo intelectual, enquanto refúgio evasivo e instrumento de desenvolvimento pessoal.
Mediante narrativas imersivas, a oferta destaca “O Filho Perfeito”, escrito por Freida McFadden, que promete um thriller psicológico intenso, explorando os segredos perturbadores de uma família desajustada, ou “A Paciente Silenciosa”, de Alex Michaelides, assente num mistério envolvente, entre uma pintora e um assassinato.
Paralelamente, “A Biblioteca da Meia-Noite” (Matt Haig), “Se o Amor Tivesse Preço” (Ana Huang), “A Cor Púrpura” (Alice Walker) e “Rumo ao Infinito” (Elliott Rose) compõem um painel diversificado, que convida à reflexão sobre vidas alternativas, resiliência, escolhas do passado e superação.





































