A próxima etapa é com a tua Mais Superior de setembro!
O campus académico promete um ambiente vibrante, composto por teorias complexas e madrugadas, alimentadas a café, onde a resposta fascinante começa com a audácia de fazer a pergunta certa, uma vez que o sucesso [raramente] depende das horas passadas de cabeça enfiada nos livros ou dos apontamentos sublinhados a quatro cores.
Exigindo, acima de tudo, curiosidade e resiliência, a entrada no Ensino Superior requer uma boa dose de pragmatismo, sobretudo se foste colocado/a a dezenas [ou centenas] de quilómetros de distância, até porque a roupa não se lava sozinha e o frigorífico precisa de abastecimento constante para sobreviver às famosas maratonas de estudo.
Com um conjunto de infraestruturas, pensadas para fugir à ansiedade, fruto de prioridades infinitas e de prazos reduzidos, os corredores escondem gabinetes e serviços de apoio, que permitem que a liberdade, a responsabilidade e a autonomia caminhem [lado a lado], enquanto a época de recurso fica para plano Z.
Simultaneamente, a nota amarrotada no fundo do bolso prova que a carteira de um/a universitário/a anda [quase sempre] no limite, impondo micro-ações inteligentes, que garantam um planeamento bem traçado de despesas, referentes a sebentas, prestação do quarto, propinas, renovação do passe mensal ou saídas com a grupeta do costume.
A média final, aliada ao canudo, pede que sejas mais do que um/a licenciado/a, através da construção de um currículo dinâmico, que inclua vivências extracurriculares e “superpoderes” [fora da caixa], adquiridos em núcleos ou atividades de associativismo, mobilidade, voluntariado ou estágio.
Pronto/a? Sabe tudo na edição de setembro e… Boa sorte!



































