Fundação Belmiro de Azevedo expõe sinais de alerta para a Educação
O relatório “Balanço Anual da Educação 2026”, desenvolvido pelo think tank da Fundação Belmiro de Azevedo, conclui que Portugal alcançou uma convergência [quase] total com a média europeia, embora alerte que a universalização transferiu as desigualdades para os percursos internos, penalizando o sucesso, em prol de contextos socioeconómicos ou geográficos.
Realçando que 43% dos jovens (23-27 anos) possui um grau de qualificação, a par de um crescimento acentuado em Mestrados e Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP), as marcas profundas da pandemia, patentes nas avaliações negativas a Matemática, afetaram a concentração territorial do bom desempenho.
Com duas transformações estruturais, nomeadamente a quebra de 16,4% de candidaturas ao Concurso Nacional de Acesso e o impacto da imigração, o sistema enfrenta [agora] desafios, assentes no preenchimento de vagas na área das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), bem como na integração pedagógica e linguística.



































