“Enterramos os Mortos” transforma perda (em ruína)
Zak Hilditch (“1922”) apresenta — agora — “Enterramos os Mortos”, que chega ao grande ecrã — a 19 de fevereiro —, propondo uma abordagem introspetiva, onde o medo nasce da persistência do trauma e da recusa da finitude.
Ava — protagonizada por Daisy Ridley (“Cleaner”) — adere a uma unidade de recuperação de corpos para encontrar o marido, que desapareceu — após um ensaio militar catastrófico —, questionando a fragilidade da memória e a linha ténue — entre devoção e obsessão.
Mediante um rumo (quase) hipnótico, as paisagens devastadas e os silêncios contaminados espelham cadáveres, que expõem sinais de vida, despertando verdades — nunca antes reveladas — e amplificando solidões.
Com um elenco de excelência — composto por Brenton Thwaites (“Maléfica”) e Mark Coles Smith (“Akoni”) —, o thriller explora o luto — como matéria narrativa e campo de conflito —, acentuando o caráter pós-apocalíptico, que transcende o espaço físico e se inscreve no foro psicológico.
Spoiler? Aceitam-se voluntários.




































