Opinião | Cibersegurança para as Instituições de Ensino: #5 práticas essenciais
Segundo o Relatório Anual do Estado do Malware 2024 da MalwareBytes, os ataques de ransomware aumentaram, globalmente, 68%, sendo 70% no setor da Educação.
A Cibersegurança foi selecionada como a principal prioridade na lista top-10 da EduCause, que identifica as questões mais críticas nas Universidades e Faculdades, demonstrando ser imperativo que as Instituições de Ensino definam medidas robustas e as implementem para mitigar ameaças, nomeadamente a criação de um documento de políticas de fácil acesso, através dos sistemas internos, onde se garanta que todos possuem um ponto de referência claro, caso surjam dúvidas.
Devem, ainda, exigir que alunos, professores e funcionários utilizem credenciais únicas para cada início de sessão, estipulando regras, que assegurem passwords fortes em extensão e complexidade e que reforcem direitos administrativos, permissões e privilégios.
Outra diretriz prende-se com as cópias de segurança na cloud, mediante ferramentas de backup, que disponibilizam soluções nativas de salvaguarda para os componentes da infraestrutura, como buckets, volumes e ficheiros, seguindo-se a promoção de uma cultura, orientada para a inclusão, que fortaleça a consciencialização, melhore a formação e encoraje mudanças positivas.
Com um sólido compromisso da liderança e um investimento em comportamentos de proteção bem compreendidos e (amplamente) adotados pelos colaboradores, a ampliação de capacidades é preservada.
Artigo de Orlando Scott-Cowley, Public Sector Security Lead da Amazon Web Services (AWS)



































