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Festival A Porta invade Leiria de concertos, arte e workshops

Sofia Rebanda

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O Festival A Porta é um festival multidisciplinar, com uma forte componente comunitária e intergeracional, que enriquece a cidade de Leiria de música, artes visuais, workshops, atividades de responsabilidade social e ecológica, jantares temáticos, feiras e muito mais.

O festival inclui um cartaz musical para tudo e todos, que vai do ex-Ornatos Violeta Manel Cruz, à música do Níger Mdou Moctar, passando pelo neozelandês Jonathan Bree, pelos leirienses First Breath After Coma, ou por nomes urgentes da música atual portuguesa como Bruno Pernadas, JP Simões, Fado Bicha, April Marmara, Bruxas/Cobras e acabando em nomes do mundo inteiro como The Mauskovic Dance Band, K-X-P, Captain Casablanca, La Jungle, Venga Venga, entre muitos outros.

Mas o Festival A Porta é muito mais do que música. A PORTINHA é um programa de serviço educativo, que prepara visitas guiadas, oficinas criativas e workshops familiares com 36 atividades. Convida miúdos e graúdos para fazer, aprender, ver e experimentar, com o objetivo de chegar e integrar novos públicos no raio de ação do festival.

Acontece a 16 e 17 junho no Jardim da Vala Real, a 22 junho na Rua Direita, e a 23 junho no Parque do Avião. Música e yoga para crianças, fotografia de espetáculo, dança para séniores, observações ao sol, jogos e histórias, construções em cartão, criação de brinquedos em madeira, arte urbana, mini-repórteres (em parceria com a Til Magazine), pintura em cerâmica ou modelismo, neste evento o que não faltam são propostas.

O Coletivo Til propõe a construção de um dome, para ensinar às crianças uma técnica simples e acessível a todos de criar um espaço arquitectónico. As Oficinas do Convento de Montemor-o-Novo propõem uma oficina de criação de pequenos robots a partir de motores de baixa voltagem e uma oficina de fabricação digital e desenho vetorial. Por outro lado, Tenório, ou Diogo Monteiro, apresenta a PASTAX 3200 XP 2.0., uma máquina de desenhar que usa técnicas de stencil, colagem ou pintura. Por fim, o premiado Atelier SER apresenta a sua Bicicleta MANIFESTA – um inovador workshop de serigrafia participativa.

Adicionalmente, há quatro jantares temáticos em casas de Leirienses com direito a sobremesa musical.

Existe ainda uma Casa Plástica, com a exposição coletiva de artes visuais “Matéria”, com curadoria de João Pedro Fonseca, do projeto ZONA- Residências Artísticas de Lamego. O evento conta com artistas como Daniel Blaufuks, Gonçalo M. Tavares, Pizz Buim, entre outros. A Casa Plástica tem um serviço educativo com visitas guiadas e workshops, que inclui uma formação com o escritor Gonçalo M Tavares.

Como o festival mexe com a cidade toda, tem ainda feiras de autor e 1001 Portas para ver e viver Leiria, através da arte urbana, teatro, dança e experiências sensoriais.

A Porta é uma composição feita de sinergias das mais diferentes frentes de Leiria. A sua expansão revela também o desejo de saltar para as bocas do país e afirmar a cidade de Leiria como centro de referência cultural, agora que a cidade avança com uma candidatura a Capital Europeia da Cultura.

O programa completo da 5ª edição do festival pode ser visto aqui.

 

 

[Foto: Unsplash]

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