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Vem aí mais uma edição da KINO, a Mostra de Cinema de Expressão Alemã

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Entre 24 e 30 de janeiro, fala-se alemão no Cinema São Jorge: é o regresso da KINO – Mostra de Cinema de Expressão Alemã em Lisboa. Mas não se preocupem: há legendas.

A programação está a cargo de uma dupla luso-alemã composta por Carlos Nogueira, curador e crítico, e Corinna Lawrenz, responsável pela programação de cinema do Goethe-Institut.

Segundo divulgado em comunicado pela organização da KINO, ao longo de sete dias serão apresentadas “cerca de 20 longas-metragens, a maioria inéditas em Portugal, numa programação que acolhe alguns dos filmes mais proeminentes, bem como propostas alternativas, que dão a conhecer o panorama vasto e diversificado das cinematografias recentes da Alemanha, Áustria, Suíça e Luxemburgo”.

A edição deste ano abre com 3 Tage in Quiberon – o mais recente trabalho de Emily Atef -, um filme sobre a atriz franco-alemã Romy Schneider, uma das mulheres mais célebres e singulares da história do cinema alemão, que morreu em 1982. Este filme estreou na Competição da Berlinale 2018 e foi galardoado em sete categorias no Prémio do Cinema Alemão. Trata-se de uma peça de câmara sobre uma profunda crise existencial da atriz, pouco antes da rodagem do seu último filme.

Uma das novidades desta 16.ª edição é a estrutura com que a mostra se encontra organizada. Esta vai estar dividida em três secções – Visões, Perspetivas e Foco. Enquanto a primeira, Visões, é a secção “que estabelece uma ponte entre o ‘glamour’ do cinema e a relevância dos seus temas, sem nunca descurar a qualidade das propostas”, em Perspetivas serão exibidos “filmes que rompem convenções e fronteiras entre géneros e formatos, e que procuram expandir as relações entre o cinema e o mundo que o rodeia”. Quanto à secção Foco, habitualmente dedicada a um tema ou a um autor, a organização decidiu homenagear “a colaboração improvável entre dois artistas: o crítico e cineasta alemão Wolf-Eckart Bühler e o ator americano Sterling Hayden”.

Entre os novos olhares, encontra-se também Angelo, a segunda longa-metragem do realizador Markus Schleinzer – que vai encerrar a Mostra de 2019. Esta é uma história sobre o colonialismo europeu e a longevidade dos seus regimes de visibilidade.

A KINO – Mostra de Cinema de Expressão Alemã é promovida pelo Goethe-Institut de Lisboa, em colaboração com as embaixadas em Portugal da Áustria, da Suíça e do Luxemburgo. Depois de Lisboa, ruma a Coimbra – onde vai ter sessões nos dias 2, 26 e 27 de fevereiro, no Teatro Académico Gil Vicente.

[Foto: Goethe Institut]

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