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Lazer & Cultura

Entrevista: Mêda+ em contagem decrescente

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Nos dias 26, 27 e 28 de Julho, todos os caminhos vão dar à Guarda!

À semelhança de anos anteriores, o Mêda+ volta para agitar o teu Verão. E traz um cartaz de luxo! Ora reparem no desfile de grandes nomes: You Can’t Win Charlie Brown, B Fachada, Valter Lobo, Samuel Úria, Stone Dead, Galgo, Fugly, Sean Riley, Mathilda, Príncipe, Moullinex, Cave Story, Filipe Sambado, MONDAY e Primeira Dama. Ufa!

Falámos com André Lourenço, Vice-Presidente da Associação Juvenil Mêda+ (a grande responsável por detrás de toda a organização desta grande festa).

MS: Têm novas confirmações e um cartaz bem recheado para este ano! Mêda já é uma paragem obrigatória para os festivaleiros?

Acreditamos que sim​. Apostámos num cartaz muito ambicioso, com diversidade e muitos nomes que estão a aparecer em grande no panorama nacional. Na 9.ª edição, há já muitas pessoas com uma longa história de ligação ao Mêda+, que vêm aqui há vários anos seguidos​, em grupos que crescem a cada edição. Esperamos, portanto, uma das melhores edições de sempre, que vai continuar a vincar o Mêda+ como um dos festivais mais importantes do interior do país.

MS: Quais são as expectativas para a edição deste ano?

Temos, todos os anos, a vontade de crescer e organizar um festival melhor que o do ano anterior. Em 2018 vamos realizar algumas alterações no recinto e no parque de campismo, que acreditamos que vão melhorar​ a experiência de quem nos visita. Queremos envolver cada vez mais a população e o festival, tivemos essa preocupação na elaboração do cartaz, e estamos confiantes de que vamos ter enchentes, com público de todas as idades, tanto no Parque Municipal (à tarde) como no recinto da Santa Cruz (à noite).

MS: O que acham que distingue o Mêda+ de outros festivais?

A Mêda é uma cidade pequena, onde o público do festival quase duplica a população durante aqueles dias. Tem, por isso, um ambiente muito familiar, um ritmo tranquilo e uma grande proximidade entre todas as pessoas. Podes estar a jantar no mesmo restaurante que as bandas que vão tocar a seguir, há histórias incríveis por causa disso. Depois, temos excelentes infra-estruturas no campismo e nas piscinas municipais, não se vê esse conforto em muitos festivais. É um pretexto espectacular para viajar para o interior do país.

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