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A Medicina já não é a rainha das notas altas

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Já saíram as colocações da primeira fase do Concurso de Acesso ao Ensino Superior, e os cursos de Engenharia estão entre as notas mais altas. No extremo oposto, há quase meia centena de cursos sem colocações.

Já não pertence a um curso de Medicina a nota mais alta no acesso ao Ensino Superior. Em Engenharia Aeroespacial e Engenharia Física Tecnológica, lecionados no Instituto Superior Técnico, o último colocado tinha como nota 185. Se olharmos para a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, há também dois cursos no top 10 das notas mais altas, e o último colocado para Engenharia e Gestão Industrial, por exemplo, candidatou-se com uma nota de 184,8, enquanto que em Bioengenharia, a nota mais baixa a dar acesso ao curso foi 179,5.

Na lista dos cursos com notas mais altas encontramos também, como não podia deixar de ser, a Medicina. E é também na Universidade do Porto que encontramos os dois da frente, mais concretamente na Faculdade de Medicina e no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar.
É ainda por causa de Medicina que a Universidade do Minho surge no top, onde o último colocado neste curso teve a nota de 181,7. Já em Lisboa, a última nota a dar acesso a Medicina foi 178,8. A grande diferença entre as duas está no número de estudantes admitidos – 120 no Minho, 300 em Lisboa.

No extremo oposto, foram vários os cursos a admitir alunos com notas de candidatura de 95 pontos – o mínimo exigido por lei para se entrar no Ensino Superior. Agronomia (Évora), Animação Cultural e Reabilitação Psicomotora (Vila Real), Ciências da Cultura (Funchal), Tecnologias e Sistemas de Produção (Aveiro), Solicitadoria (ensino a distância, Beja), Desporto (Bragança e Castelo Branco), Gestão Turística e Solicitadoria (Castelo Branco) são alguns dos exemplos. Para além destes, destaca-se o curso de Educação Básica, em Santarém.

Por fim, há cerca de 45 alunos que não colocaram nenhum aluno, que transitam para as duas próximas fases do Concurso Nacional de Acesso mais de 1200 vagas. Muitos deles são no interior do país e em institutos politécnicos. Por exemplo, 11 dos cursos ministrados em três escolas do Politécnico de Bragança não tiveram colocados. Só na Escola Superior de Engenharia e Gestão foram 7.
Para além das 1200 vagas geradas pelos cursos desertos, há outras em cursos parcialmente preenchidos, num total de 8022 lugares que serão disponibilizados já na segunda fase, juntamente com as vagas que não forem ocupadas pelos candidatos que não chegarem a matricular-se.

A lista definitiva das vagas será divulgada a 21 de setembro, na página da Direção Geral do Ensino Superior.
Consulta aqui a lista completa de colocados, e respetivas notas mínimas de acesso.

[Fonte: Direção Geral do Ensino Superior}

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